Passei a maior parte dos meus vinte anos a vestir sempre as mesmas camisas brancas ou azuis, à vez, com calças de ganga azuis. Sem lógica nem ideia nenhuma por trás, só aquilo que eu sabia que não «ficava mal». Também não ficava particularmente bem: ficava apenas razoável. Só quando tive um encontro do Tinder com a minha futura namorada e ela me disse «Quase deslizei para a esquerda no teu perfil, porque as tuas fotos eram assim-assim, nada de interessante» é que percebi que, como na maioria das coisas da vida, as primeiras impressões contam. E eu tinha um ar aborrecido. Foi aí que decidi mudar a minha forma de olhar para a roupa e passar a mostrar quem eu sou, de verdade, através dos meus looks.
Não sabia por onde começar. Todos os conselhos de estilo que encontrava online eram para quem já se interessava por moda ou tão vagos que não serviam para nada. «Investe em básicos de qualidade.» Ótimo. O que quer isso dizer? Eu já tinha 20 camisas de qualidade, e então? Que básicos? Qualidade segundo quem?
Por isso, este é o guia que eu gostava de ter tido. É longo, nalguns pontos é bastante opinativo e assenta em anos de tentativa e erro, incluindo algumas compras de que me arrependo a sério (uma camisa preta de manga curta, vestida por um rapaz de 20 anos, que me dava ar de ter 60 anos e netos).

Porque é que sinto que não tenho nada para vestir, se o meu guarda-roupa está cheio?
Eu tinha um guarda-roupa a abarrotar com, provavelmente, mais de 50 peças e, mesmo assim, ficava ali parado todas as manhãs a pensar não tenho nada para vestir ou camisa branca com calças de ganga azuis outra vez? O problema não era a quantidade. Era ter comprado tudo de forma isolada. Uma camisa gira numa loja, umas calças noutra, um casaco porque estava em saldos, sem nunca pensar se alguma daquelas peças funcionava em conjunto.
O resultado foi um guarda-roupa cheio de peças órfãs. Uma camisa havaiana sem nada que combinasse com ela (adivinha com o que a usava: pois, outra vez com calças de ganga azuis). Sapatos formais, mas calças formais nenhumas. Seis camisolas azul-marinho de gola redonda praticamente iguais.
A solução é simples, mas exige uma mudança de mentalidade: deixa de pensar em peças soltas e começa a pensar em looks. Antes de comprares alguma coisa nova, pergunta-te: consigo fazer pelo menos três looks completos com isto e com o que já tenho? Se a resposta for não, vai-te embora. Estarias só a adotar mais um órfão. (Já agora, também é uma forma fácil de poupares dinheiro em compras desnecessárias.)
Tenho uma nota no telemóvel com o meu guarda-roupa atual mais ou menos mapeado. Não é nada de especial. Mas já me impediu de comprar mais umas calças de ganga num tom de azul ligeiramente diferente.
O que quer dizer, afinal, a roupa assentar bem?
O corte, ou seja, a forma como a roupa te assenta, é a maior alavanca que tens. Tenho uma t-shirt branca e preta de 20 € que recebe mais elogios do que qualquer outra coisa no meu guarda-roupa, só porque me assenta bem. Em contrapartida, tenho uma camisa de 180 € de uma marca que não vou nomear com a qual pareço estar a usar a roupa do meu pai (tal como aquela camisa preta de manga curta).
Eis aquilo a que deves mesmo prestar atenção:
Os ombros são o mais difícil de ajustar, por isso acerta primeiro neles. A costura deve ficar mesmo na ponta do osso do ombro. Nem a descair pelo braço, nem a repuxar nas costas.
O peito e o tronco devem acompanhar a forma do corpo sem repuxar nem fazer pregas. Se vês vincos horizontais de tensão entre os botões, está demasiado justo. Se sobra tecido suficiente para agarrares um punhado, está demasiado largo.

No comprimento da camisa, aponta mais ou menos para o meio da braguilha. A regra antiga era «deve tapar o cinto», o que anda lá perto. Não deves mostrar a barriga quando levantas os braços, e a camisa também não deve parecer uma camisa de noite (acredita, sei do que falo).
As calças são um mundo à parte. O cós deve assentar confortavelmente sem que o cinto faça todo o trabalho estrutural. E atenção aos tornozelos. O tecido não deve amontoar-se sobre os sapatos como um paraquedas vazio. Uma ligeira quebra (quando o tecido mal toca na parte de cima do sapato) é o ponto ideal para a maioria das pessoas.

A verdade frustrante é que os tamanhos variam imenso de marca para marca. Um M numa loja é um L noutra. Aprendi a ignorar por completo a etiqueta e a experimentar a roupa, ou, quando compro online, a ser implacável a devolver tudo o que não assenta bem. A maioria das pessoas fica com roupa que lhe assenta mal por pura preguiça. Não sejas como a maioria.
Como descubro as cores que me ficam bem?
Esquece a «análise de cor sazonal». Uma vez perdi-me a fundo nesse assunto e acabei convencido de que era um «outono» que só devia vestir cor de ferrugem e mostarda (segundo o Buzzfeed, também sou uma fatia de pão. Já percebeste: os testes online não nos dizem grande coisa). Afinal, eu simplesmente já gostava dessas cores, e o teste estava a dizer-me o que eu queria ouvir.
Na prática, funciona assim:
Começa pelos neutros como base. Preto, branco, azul-marinho, cinzento, verde-azeitona, bege. São as peças aborrecidas mas essenciais que fazem com que tudo o resto no teu guarda-roupa se entenda bem. Pensa nelas como a secção rítmica: ninguém vai a um concerto para ouvir o baixista, mas sem ele a música desfaz-se. Sim, não te vão fazer sobressair, mas vão fazer o look «funcionar», da forma mais aborrecida e correta possível.
Depois, escolhe uma ou duas cores de destaque de que gostes de vestir. Não o que diz um círculo cromático. Aquilo de que tu gostas. Eu tendo para o azul-claro e para um creme claro, quase amarelado, e detesto verde. Por isso, foi isso que comecei a procurar quando comprava roupa nova, sabendo que em casa tinha uma camisa ou umas calças de cor aborrecida que iam resultar de certeza.

Para montar looks, fica-te pelas 2-3 cores no máximo e coordena em vez de igualar (começa com 2, porque com mais é mais fácil errar). Aquela mania de pôr tudo a condizer, o cinto com os sapatos e os sapatos com a bracelete do relógio, parece datada e é difícil e chato de acertar. Queres cores que pareçam pertencer ao mesmo mundo sem serem iguais.
Vale a pena fazer experiências com uma coisa: o nível de contraste. Segundo a investigação em teoria da cor do Munsell Color System, o contraste entre a pele, o cabelo e a roupa influencia bastante o ar mais ou menos «composto» com que ficas. Se tens cabelo escuro e pele clara (contraste natural elevado), os looks de contraste forte, como uma camisa branca com calças escuras, costumam ficar muito bem. Se a tua coloração é mais uniforme, as combinações de contraste mais baixo tendem a parecer mais harmoniosas. Brinca com isso e vê o que te parece certo em ti.
Preciso mesmo de uma lista de «básicos» para o guarda-roupa?
Este é o passo seguinte, aquele em que pegamos no guarda-roupa e o tornamos nosso. Usar só básicos é um ótimo ponto de partida, e é um bom conselho se tens 28 anos, trabalhas numa área criativa e vais a muitos jantares descontraídos.
Mas se dás aulas na Dinamarca, trabalhas remotamente a partir de Itália ou és um pai de 45 anos que passa os fins de semana a jogar futebol, essa lista tem pouco a ver com a tua vida real.
Eis como podemos levar o guarda-roupa ao nível seguinte (embora te sugira que passes primeiro alguns meses, ou até um ano, a trabalhar com os básicos, só para interiorizares aquela mudança de mentalidade de que falámos há pouco). Constrói a tua lista de básicos à volta da tua vida. Olha para as tuas últimas duas semanas. O que fizeste, de facto? Aonde foste? Como estava o tempo? É isso que te diz do que precisas.
Alguns princípios gerais a ter em mente:
Provavelmente precisas de 2-3 t-shirts lisas de boa qualidade, duas ou três camisas de botões (ou nenhuma, se nunca as usas), um casaco versátil para o clima onde vives, umas calças que te assentem bem num tom neutro escuro e sapatos que não estejam a desfazer-se.
O número certo é surpreendentemente baixo. Investigação da University of the Arts London sobre moda sustentável sugere que um guarda-roupa funcional pode bastar-se com apenas 30-40 peças, incluindo casacos e sapatos. A maioria das pessoas tem duas a três vezes isso e usa só uma fração (admito: eu era uma delas).
O objetivo não é o minimalismo pelo minimalismo nem, atrevo-me a dizer, a sustentabilidade (importante, mas não é o objetivo). É ter peças que se combinam em looks de que gostas, em vez de uma coleção desmesurada de peças «talvez um dia».
Como desenvolvo o meu próprio estilo?
Isto levou-me algum tempo a perceber, e a resposta acabou por ser embaraçosamente simples: presta atenção àquilo que já te atrai.
Começa a colecionar. Pinterest, publicações guardadas no Instagram ou no Facebook, uma pasta no telemóvel, o que for. Depois de guardares mais de 30 imagens, procura padrões. Os temas que surgem são o teu estilo, mesmo que não lhes saibas dar nome.
Depois, faz experiências com o que tens. Antes de comprares alguma coisa nova, experimenta usar a roupa que já tens de outra maneira. Mete a camisa por dentro. Dobra a bainha das calças de ganga. Veste uma t-shirt por baixo de uma camisa de flanela aberta. Às vezes, os melhores looks nascem das limitações.
Como deixo de comprar roupa que nunca uso?
Foi aqui que desperdicei muito dinheiro ao longo dos anos, por isso tenho opiniões fortes sobre o assunto (aquela camisa preta de manga curta ainda hoje me persegue, e era bastante cara para um estudante universitário de 20 anos).
Segundo o Resale Report 2024 da ThredUp, o americano médio tem cerca de 500 dólares em roupa que nunca usa. O número bate certo com a minha experiência: uma vez contei e encontrei 15 peças ainda com etiqueta. Quinze.

As razões costumam ser previsíveis:
Compraste em saldos. A descarga de dopamina dos «50% de desconto» calou a parte do teu cérebro que teria reparado que já tens quatro camisolas cinzentas.
Compraste para a tua versão de fantasia. A versão de ti que vai a inaugurações de exposições e precisa de uma camisola preta de gola alta. (Spoiler: foste a uma única inauguração em 2024 e levaste uma sweat com capuz.)
Compraste online, a peça não te servia, mas nunca a devolveste. Um estudo da Narvar concluiu que 63% dos consumidores têm em conta as políticas de devolução antes de comprarem roupa online, mas uma parte significativa continua a ficar com peças que não lhes servem, porque o processo de devolução parece uma maçada.
A solução é aborrecida, mas eficaz: abranda. Antes de qualquer compra, percorre de cabeça uma pequena lista de verificação. Já tenho alguma coisa parecida? Consigo fazer pelo menos três looks com isto? Encaixa no meu estilo de vida real? Se estás a comprar online, a funcionalidade «Devo comprar?» do Clottr automatiza isto: compara a peça nova com o guarda-roupa que já tens e dá-te uma resposta direta. Mas, mesmo sem tecnologia, basta parares 30 segundos antes de clicares em «adicionar ao carrinho» para evitar a maioria das compras de que te arrependerias.
Para saberes mais, escrevi sobre a minha própria experiência a quebrar este ciclo.
Vestir melhor tem de ser caro?
Não. E diria até que gastar mais muitas vezes piora as coisas, porque os erros caros doem mais e as pessoas agarram-se a eles durante mais tempo para justificar o que pagaram.
O melhor conselho de dinheiro que te posso dar: põe o corte acima de tudo. Uma t-shirt da Uniqlo de 20 € que te assenta na perfeição bate uma peça de designer de 150 € que está larga nos ombros. Já testei isto. Várias vezes. Nunca ninguém me perguntou quanto custou a minha t-shirt de 20 € que me assenta bem, mas já ouvi «bela t-shirt» mais do que uma vez.
Para além do corte: aprende o básico sobre como cuidar da roupa. Lava a frio, seca ao ar sempre que possível e não laves as peças depois de cada utilização (sobretudo as calças de ganga: o CEO da Levi’s disse, numa frase que ficou célebre, que nunca lava as dele). A tua roupa vai durar mais e ter melhor aspeto. Isto não é um conselho de moda pretensioso. É ciência têxtil básica: o calor e a agitação desgastam as fibras.
E, a sério, experimenta a roupa em segunda mão. Eu era cético em relação às lojas de segunda mão até me obrigar a experimentar. Lojas de consignação, apps de revenda, até o Facebook Marketplace. O estigma à volta da roupa em segunda mão praticamente desapareceu: prevê-se que o mercado de segunda mão chegue aos 350 mil milhões de dólares a nível mundial até 2028.
Esquece as tabelas de tipos de corpo e pensa nas proporções
Tenho aqui uma opinião polémica: toda a indústria do «veste-te de acordo com o teu tipo de corpo» é, em grande parte, um disparate (outra vez a fatia de pão do Buzzfeed). Aquelas tabelas que dividem as pessoas em maçãs, peras, retângulos e triângulos invertidos? São redutoras, muitas vezes divididas por género de formas estranhas, e o conselho que dão costuma ser «esconde as partes do corpo que nós decidimos que estão erradas».
É uma péssima forma de pensar.
O que importa de verdade são as proporções e o equilíbrio. Se tens ombros largos, não precisas de os «compensar» com calças de perna larga: só tens de garantir que a parte de cima e a parte de baixo parecem pertencer à mesma pessoa. Se tens pouca altura, umas calças de cintura mais subida podem alongar visualmente as pernas. Se acumulas peso na zona da barriga, os tecidos estruturados caem melhor do que os que se colam ao corpo.
Nada disto exige um teste de tipo de corpo. Exige um espelho. É precisamente por isso que nem sequer te perguntamos o tipo de corpo quando usas a app do Clottr. Não serve para nada e não torna os looks melhores nem mais apelativos.
Mas o verdadeiro truque? Os arranjos na costureira. Fazer a bainha a umas calças custa 10-15 €. Apertar uma camisa na cintura custa 15-20 €. Comecei a mandar fazer a bainha a algumas calças há uns três anos e a diferença é absurda. Parecem feitas por medida. Por quinze euros.
Qual é a forma mais rápida de me vestir de manhã?
Três abordagens, escolhe uma:
Na véspera. Passa 2 minutos antes de te deitares a escolher o look de amanhã. O teu cérebro ao fim do dia é melhor nisto do que o teu cérebro às 7h. Eu fazia isto talvez 60% das vezes e a minha rotina da manhã passou a demorar metade.
Uniforme em rotação. Define 3-4 «fórmulas» de looks de confiança e vai alternando entre elas. As minhas continuam a ser as calças de ganga azuis e as camisas brancas, o que é aborrecido, mas eficaz quando estou atrasado para o elétrico. Não as uso todos os dias, mas quando estou cansado ou atrasado, resultam.
O tempo primeiro. Vê a previsão, elimina tudo o que não faz sentido para a temperatura e escolhe do que sobra. As limitações facilitam as decisões: de repente, estás a escolher entre 5 opções em vez de 50.
Se quiseres ir mais longe, o planeador de looks do Clottr faz as três coisas ao mesmo tempo: olha para o teu guarda-roupa, para o tempo e para o teu calendário e depois sugere-te um look. Acho-o mais útil às segundas de manhã ou depois de uma noite com uns copos a mais.
Mudanças de estação sem comprar um guarda-roupa novo
Vestir por camadas. Pronto. A secção é esta.
O truque é pensar em três camadas: uma primeira camada (t-shirt ou camisa fina), uma camada intermédia (camisola, casaco de malha, camisa de flanela) e uma camada exterior (casaco ou sobretudo). No verão, usas só a primeira. No inverno, juntas as três. Na primavera e no outono, combinas a primeira com a intermédia e levas a exterior contigo.
As peças que mais se justificam nas mudanças de estação: um casaco leve que possas vestir à pressa ou atar à cintura (de ganga, um blusão bomber ou uma sobrecamisa), uma camisola de peso médio que funcione sozinha ou por baixo de um sobretudo e, pelo menos, uma camada exterior impermeável.
Eu costumava comprar «roupa de primavera» e «roupa de outono» como categorias separadas. Dinheiro deitado fora, não faças isso. Quase tudo no teu guarda-roupa devia funcionar em pelo menos duas estações, se vestires por camadas com inteligência.
Acessórios: a regra de uma só peça
Em 2022, passei uns meses a exagerar nos acessórios depois de ler demasiados artigos do género «leva o teu estilo a outro nível». Pulseiras, anéis, fios, um relógio, tudo ao mesmo tempo. Parecia que estava a fazer cosplay de pirata (sobretudo com a barba mais comprida que usava na altura).
A correção foi simples: um acessório de destaque por look. Ou um relógio, ou uma pulseira. Ou um fio, ou um anel. Nunca tudo de uma vez. (O meu preferido é o relógio, adoro relógios.)
Um relógio simples e discreto é a vitória mais fácil. Não precisa de ser caro: a Casio, a Timex e a Seiko têm ótimas opções abaixo dos 100 €. Só tem de combinar com o teu estilo geral.
A mala também conta como acessório, quer penses nisso quer não. Uma mochila JanSport gasta dos tempos da faculdade estraga até um ótimo look. Algo cuidado, em pele, lona ou nylon, faz tudo encaixar.
E os óculos de sol: encontra um formato que fique bem ao teu rosto e para de experimentar. As armações clássicas (wayfarer, de aviador, redondas) não passam de moda por alguma razão.
A única coisa a fazer agora mesmo
Se leste até aqui e tudo isto te parece demasiado, faz só isto: põe-te à frente de um espelho de corpo inteiro com a roupa que tens vestida.
Olha para ti durante 30 segundos. Não de relance: uma avaliação a sério. Assenta tudo bem? As cores funcionam juntas? Ias sentir-te bem a entrar numa sala cheia de gente que queres impressionar?
A maioria das pessoas nunca faz isto. Olha de relance, confirma que nada está catastroficamente mal e sai. Começar a olhar a sério, mesmo que por pouco tempo, é a forma mais rápida de começares a vestir-te melhor.
Não custa nada. Leva meio minuto. E é assim que todas as pessoas bem vestidas que alguma vez admiraste começam o dia.

Vestir melhor não tem a ver com regras, nem com dinheiro, nem com ter o «tipo de corpo» certo (porquê o pão, Buzzfeed, porquê?). Tem a ver com prestar atenção. Ao corte. À cor. À forma como as peças funcionam juntas. E àquilo de que tu gostas de verdade, e não àquilo de que um algoritmo ou uma revista te dizem para gostar.
Começa por pouco. Manda fazer a bainha a umas calças. Experimenta uma combinação nova esta semana. Tira do carrinho uma peça que sabes que não te faz falta. O efeito acumulado destas pequenas decisões é o que te leva de «não tenho nada para vestir» a gostares de te vestir.
No fundo, o segredo é só este. Não há atalhos. Mas também não há tanto para aprender como a indústria da moda quer que acredites.